Por volta das 21:05 da noite, estive bem perto da dor, do sofrimento, da saudade , da culpa de não ter feito mais , perto de um amor de uma mãe que aqui já não vê presente seu filho habitar.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto e junto a elas parecia que se derramava uma parte de si. Não havia palavras para a consolarem, não havia mais o que dizer, apenas presenciar o silêncio predominando a casa. Um abraço solidário pude dar aquela mãe desesperada, mas as lagrimas não eram capazes de parar, e naquele abraço puder perceber a verdadeira dor de ver um grande amor morrer, sem nada poder fazer para adiar algo que nós não temos poder para vencer. Com aquele filho que se partiu assim aquela senhora ficou por dentro , em pedaços, com o coração partido, sem motivos para sorrir, sem motivos para viver, realmente não há como descrever tudo o que pude notar, as palavras me faltam, um nó fica sobre a minha garganta, acho que não tenho nada a dizer para poder amenizar uma dor que só DEUS tem poder para confortar .
( Isabel B. Pon )

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