quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Sabe aquela letra da música do Jota Quest, vivemos esperando, dias melhores [...]
Pois é, e não é que é verdade, vivemos esperando sempre.
Queremos mais amor, mais paz, queremos mais qualidade, mais humanos, mais compreensão, enfim queremos tantas coisas, e isso é bom, nos motiva. Faz com que, procuramos encontrar esses nossos anseios. Mas a cada dia, queremos muito, e buscando muito pouco, digamos que estamos acomodados diante da vida, das circunstâncias, estamos querendo colher precocemente, o que nem plantamos. Estamos nos esquecendo dos princípios, de amar uns aos outros. E isso está gerando "gente" com menos essência de "gente", lamentável. Muitos estereotipos, muita guerra, muita gente fazendo guerra com si mesmo, alimentando as coisas materiais, e deixando de alimentar o nosso interior. Queremos revolucionar, mudar tanta coisa, queremos que as pessoas vejam conforme os nossos ângulos, impossível, mas queremos, somos humanos e erramos, mas que isso não sirva de amoleta para a nossa desculpa. Se queremos, então que lutemos pelos nossos desejos, que haja em nós o fruto do semear, talvez não brote hoje, mas talvez nasça amanhã o fruto que desejamos.

domingo, 22 de abril de 2012


                                          
Errou? Que isso! Siga em frente, todos erram!
É nem tudo na vida é assim, nem sempre aquela frase “bola pra frente” é viável.
Às vezes precisamos voltar onde erramos, para consertar os maus entendidos, reparar os nossos erros; às vezes precisamos voltar no tempo...
Só assim você conseguirá caminhar em paz, sem que o talvez, o poderia, ou coisa do tipo venha martelar suas idéias, te fazendo questionar.
É isso mesmo, tem situações que devemos olhar pra trás, medir os valores e as conseqüências, devemos deixar de lado os comentários, jogar de lado o nosso ego e deixar exalar a humildade do reconhecimento.
 A capacidade do reconhecimento é simplesmente espetacular, há pessoas que reconhecem suas atitudes, sejam elas boas ou más perante sua vista, porém acabam aprisionando a excelência do arrependimento, da importância das pazes, esquecem de medir os valores e se prendem no orgulho e com ele vive esperando o tempo ajeitar as coisas. Há também aquelas que além de reconhecer, independente de quem está certo ou errado, procuram apaziguar as “ondas”, buscando a felicidade mútua, afinal tem situações que um ou o outro tem que ceder para desembaralhar as confusões no cotidiano. Só assim você será feliz por completo, ciente que você tentou, e se resolveu ou não, aí já não depende só de você, porém o mais importante você fez, a sua parte. 
                                                                                            ( Isabel B. Pon )